Confesso que chorei

Acabo de terminar de ler “O Baú do Raul Revirado” (Ediouro, 2005; Idealização: Kika Seixas; Organização: Silvio Essinger), comprado na feirinha hippie do Largo da Ordem aqui de Curitiba (todo domingo no Largo da Ordem, imperdível) há alguns dias.

Indispensável para fãs e altamente sugerido para apreciadores de memórias, recortes e leituras incomuns. A sensação de ler as palavras do próprio Raul, escrivinhadas à mão desde criança, fotografias raras, recortes de jornal, letras das músicas e o processo de composição (letras riscadas e alteradas…) etc.

Nas últimas páginas confesso que chorei. 1989. Agosto. Ano e mês de morte do pai do rock brasileiro.

Engraçado. Fui me tornar fã e discípulo de Raul depois de sua morte, como tantos outros jovens que não tiveram a oportunidade de ouvir seus “lançamentos” no rádio ou algum show ao vivo.

“Os homens passam, as músicas ficam.”

2 Respostas para “Confesso que chorei”

  1. Luis Antonio Disse:

    É, Tarcísio, Raul Seixas tem uma obra inconfundivel. Observando o seu comentário sobre a leitura do Baú do Raul Revirado”, lembrei do tempo que eu curtia Raul Seixas. No meu caso, muito mais antes de sua morte. Depois de sua morte, eu não tinha mais o mesmo entusiasmo. Vale destacar, que naquele show em Fortaleza, que você foi, cantei três músicas dele. Foi a maior demonstração de carinho que fiz após a sua morte.

  2. Tarcísio Cavalcante Disse:

    É Luis, eu lembro. E lá atrás estávamos Cris e eu cantando junto, adorando sua homenagem. Obrigado pela visita, pela lembrança, pelo show… ;)

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