Há seis anos

Esse post bem que poderia se chamar “Há 6 anos e 2 dias” já que eu quero me referir ao dia 11 de setembro. É, aquele 11 de setembro… Mas tudo bem, funciona atrasado também.Estava dando uma conferida nos meus mais de 1000 novos itens para ler no Google Reader e parei (como sempre) num post do Inagaki (Pensar Enlouquece, Pense Nisso), de onde plagiei o título deste.

A idéia da publicação – e que ele sugere que façamos o mesmo exercício – é relembrar o que fazíamos há seis anos. Não é tão difícil lembrar. Afinal não é todo dia que dois aviões derrubam os maiores prédios do mundo.

Há seis anos eu estava num seminário da Macromedia, num hotel em Fortaleza (Caesar Park, se não me engano). Estávamos todos lá, alheios ao mundo. Eu ainda não possuía celular, então não havia ninguém pra me deixar por dentro dos acontecimentos recentes do mundo aqui fora. Quando saímos para almoçar notamos os garçons presos à programação da TV. Estávamos mais ligados ao assunto do seminário e nem demos tanta bola ao que se passava. Lembro de ver carros de bombeiro, chamas, muitas cenas repetidas… não entendia o que se passava e nem me passava pela cabeça que se tratava do World Trade Center ou de um ataque terrorista. Estava mais para um acidente, incêndio, ou algo parecido. Voltamos para o seminário e só percebi a realidade quando fui à casa de minha namorada à noite e fui informado da notícia. Antes disso até vi algo rapidamente na TV antes de ir namorar e entendi que era o WTC, mas achei que fosse um acidente e que no máximo uma torre tinha sido atingida e nem ao menos tinha caído.

E você? O que fazia há seis anos e dois dias?

5 Respostas para “Há seis anos”

  1. Deyse Campos Disse:

    Oi Ciso,

    Eu estava na Interpares brincando com as crianças, muito preocupada com o mundinho das mordidas, das letras e dos números, das mamães e dos papais ansiosos e assim como eles preocupada apenas com isso: o bem estar dos pequenos.

    Seis anos se passaram e WTC mudou pouco em minha vida, ainda continuo preocupada com as crianças.

    WTC abalou o mundo, ainda me choco com o que ouço e vejo, mas nada para mim é mais importante que a infância.

    beijinhos
    saudade

  2. Sergio Luiz Araújo Silva Disse:

    Acho que naquele tempo estava sendo explorado, dando aulas quase de graça de
    Windows, éco que nojo.

    Acho que vou fazer uma terapia de regressão para esquecer o tempo que usei windows!

  3. Ju Disse:

    Oi Ciso!
    Então! No 11 de setembro de 2001 eu estava esperando um namorado meu (que morava em S. Bernardo do Campo) e que aniversaria neste dia, para passar o seu aniversário comigo. Ele não veio e na verdade eu nunca mais o vi!
    Mas fui saber da história das Torres horas depois, quando a filha chegou da escola contando! Vi na TV e parecia mentira.
    Na verdade naquele dia tudo me pareceu surreal e uma grande mentira! Foi sem dúvida alguma um dia muiiiiiito estranho para mim!

  4. João Aleixo Cipriani Disse:

    Oi pessoal.

    Há seis anos e dois dias (agora já são seis anos e 8 dias) eu estava trabalhando, e alguém no escritório comentou que um avião havia se chocado contra uma das torres do WTC. A segunda torre ainda não havia sido atingida.

    Eu conhecia NY já naquela época e tinha um carinho especial pela cidade. Não pelo WTC, que eu cheguei a passar na frente uma dezena de vezes e nunca subi. Sequer entrei. Da pra acreditar?

    Imediatamente me liguei no site da CNN e acompanhei a cobertura o tanto que pude. A noite, continuei a assistir os noticiários na TV e o mesmo aconteceu durante os dias seguintes.

    Um abraço a todos.

    João Aleixo.

  5. Anderson P Costa Disse:

    E ai galera, nessa época eu estava no meu segundo emprego no centro de curitiba, estava atendendo um cliente quando vimos o acontecido, foi um caos a loja em que eu trabalhava ficava em uma das ruas mais movimentadas da cidade e só dava nego entrando para ver o acontecido, pois a TV ficava bem próximo a porta de entrada, porra tenho saudades de 6 anos atrás era um mulequinho sem compromisso com nada.

    Falow galera valeu

    té mais.

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